A integorração no meu Regina não é aleatório, na verdade, ela carrega um sentindo que em resumo posso dizer que representa a liberdade necessária, que ainda não tenho, para a ser uma Regina de verdade.
As reginas não são idênticas, mas compartilham do desejo de ser feliz intensamente onde a tristeza e o mal humor são sentimentos que dispensamos, um bom papo e boas companias são essenciais. Para nós belos e sinceros sorrisos ainda são qualidades.
Ser Regina é: conhecer, sentir, viver, experimentar, ouvir, falar, abraçar, festejar, compreender, brincar, amar, discordar, dançar, rir, viajar, chorar, modificar, comunicar, apreciar, beijar, desabafar, cantar, sair, conversar, superar, discordar, persuadir, errar, iludir-se, celebrar, aprender,ensinar, mudar de ideia e mudar novamente. E mais mil verbos que não vou lembrar.
Cresci numa família (que amo) onde esses meus pensamentos são considerados revolucionários e até utópicos, mas quem diria eles permanecem os mesmo. Compreendo certas maneiras de agir, mas não concordo talvez essa seja nossa grande diferença: capacidade de COMPREENSÃO. Minha paciência se torna insuportavel para mim mesma e a procura por uma saída tornou-se uma meta. O comodismo e a previsibilidade de uma possível vida comum me sufocam, anseio uma liberdade plena onde eu possa tomar minhas próprias decisões.
Eu quero ser uma Regina de verdade!
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